História em Quadrinhos

A História em Quadrinhos é um gênero literário, que, geralmente, une a ilustração e a narração de maneira que uma comporta a outra. Sua abreviação é HQ, maneira como muitos se referem ao gênero.

As HQs costumam chamar a atenção das crianças, o que pode, inclusive, se tornar um bom recurso para ajudar na alfabetização delas. Elas podem “ser lidas” antes mesmo da pessoa ser alfabetizada, uma vez que os desenhos falam por si, sendo dispensado, em muitas ocasiões, a presença da linguagem escrita.

Além disso, crianças e adultos podem ter momentos super prazerosos ao lado de uma boa História em Quadrinhos.

Histórias em Quadrinhos, Tirinhas e Charge

Tanto as HQs quanto as tirinhas e as charges são mensagens que unem a linguagem verbal e a não-verbal (textos e imagens), mas há algumas diferenças entre elas.

As tirinhas normalmente são compostas por poucos quadrinhos – dois ou três – e passa uma mensagem curta, geralmente de humor.

Já as histórias em quadrinhos são mais elaboradas, podem ter mais personagens e têm uma história mais longa, com mais conflitos.

As charges, por sua vez, são compostas de um ou dois quadrinhos e sua mensagem costuma fazer críticas sociais, contem ironias e provoca uma maior reflexão sobre situações cotidianas.

Curiosidade

Em 1895, o artista estadunidense Richard Outcault criou a primeira história em quadrinhos que se tem notícias. A HQ (que, na verdade, era uma tirinha) foi publicada num jornal em Nova Iorque e fez muito sucesso.

Sucesso das HQs

No Brasil, o pioneiro das histórias em quadrinhos foi Ângelo Agostini, em 1869, com Nhô Quim, que conta a história de jovem caipira que visita a corte portuguesa no Rio de Janeiro:

As Aventuras de Nhô-Quim ou impressões de uma viagem a corte

As histórias em quadrinhos, vendidas em forma de gibis ou livros, fazem sucesso nas mais variadas faixas etárias. Maurício de Sousa é um ícone entre os produtores nacionais desse gênero.

As HQs fazem tanto sucesso que muitas obras literárias foram convertidas em histórias em quadrinhos para atrair mais leitores, como é o caso de O Diário de Anne Frank.

O sucesso é tamanho que há até um dia para lembrarmos dela! 30 de janeiro.

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